Uma homenagem à mulher-mãe!

"E num dia de bendita magia, numa explosão de luz e flor, num parto sadio e sem dor, é capaz, bem capaz, que uma mulher da minha terra consiga parir a paz. Benditas mulheres." Rose Busko

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Shantala: Massagem para Bebês


"A pele é o nosso maior órgão sensorial: estímulo e neuroplasticidade. O médico francês Frédérick Leboyer estava visitando a Índia em 1959, quando viu uma mulher massageando seu bebê numa calçada pública. Seu nome era Shantala, ela era paraplégica e estava numa associação de caridade em Pilkhana, Calcutá. Ele conta:


“Parei, impressionado com o que eu estava presenciando: Em meio à sujeira e à miséria, um espetáculo da mais pura beleza. Um diálogo silencioso de amor entre uma mãe e seu bebê”.

A massagem criava uma conexão emocional entre o bebê e a mãe.

Fascinado, Laboyer fotografou e filmou Shantala, estudou e analisou seus movimentos. Finalmente, ele redigiu um livro, através do qual trouxe ao ocidente esta técnica indiana milenar, originária de Kerala, a qual, em homenagem à sua mestra, deu o nome de shantala. 

“Sim, os bebês tem necessidade de leite, mas muito mais de serem amados e receberem carinho, serem levados, embalados, acariciados, pegos e massageados”. "

Link do texto.


Shantala tornou-se um livro famoso em todo o mundo. Além do aspecto científico, o autor conciliou poeticamente as explicações da técnica de massagem com a sabedoria milenar de seu uso. 
Unindo notavelmente o conhecimento que absorveu no Oriente com poesia, técnica e sabedoria, ele transformou este livro num instrumento de puro deleite para a mãe e o bebê.


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